I'm down,
really down
Can you wake me up?
Can you?
No...
I'll wake up alone
And give you all
The virus of life
segunda-feira, dezembro 28, 2009
domingo, dezembro 20, 2009
Se calhar
Se calhar, não sou
Se calhar, não vejo
Se calhar, invento
Se calhar, rebento
Se calhar, danço
Se calhar, balanço
Se calhar, saio
Se calhar, destruo
Se calhar, vou dizer não
Se calhar, vou voar
Se calhar, vou escrever
Se calhar, vou amar
Se calhar, vou ser feliz
Um dia...
28/02/09
Se calhar, não vejo
Se calhar, invento
Se calhar, rebento
Se calhar, danço
Se calhar, balanço
Se calhar, saio
Se calhar, destruo
Se calhar, vou dizer não
Se calhar, vou voar
Se calhar, vou escrever
Se calhar, vou amar
Se calhar, vou ser feliz
Um dia...
28/02/09
segunda-feira, novembro 05, 2007
ILUSÕES
Um dia, de pura paixão platónica, achei que tinha escrito um poema razoável (não sei porquê mas sai sempre em francês e por isso pode ter erros):
Je te trouverai même au bout du monde.
Ne fuis pas ton destin...
Je t'attraperai jusqu'avant le précipice.
Ou alors,
je me jeterrai,
et des ailes jailliront juste pour voler avec toi...
Orgulhosa q.b., dirijo-me ao meu maior crítico, o meu irmão mais novo.
Silêncio... "Bom, não está mal..."
Uns dias depois, recebo um pequeno papel:
Jours devenus moments, moments filés de soie
Agréables soupirs, pleurs enfants de la joie
Voeux, serments et regards, transports, ravissements
Mélange dont on se fait le bonheur des amants
La Fontaine
Pronto, desisto...
Quem me manda a mim ter veleidades?
Je te trouverai même au bout du monde.
Ne fuis pas ton destin...
Je t'attraperai jusqu'avant le précipice.
Ou alors,
je me jeterrai,
et des ailes jailliront juste pour voler avec toi...
Orgulhosa q.b., dirijo-me ao meu maior crítico, o meu irmão mais novo.
Silêncio... "Bom, não está mal..."
Uns dias depois, recebo um pequeno papel:
Jours devenus moments, moments filés de soie
Agréables soupirs, pleurs enfants de la joie
Voeux, serments et regards, transports, ravissements
Mélange dont on se fait le bonheur des amants
La Fontaine
Pronto, desisto...
Quem me manda a mim ter veleidades?
FERNANDO QUINTAIS - JOÃO CAMOSSA
Por falta de comparência, este blogue começa a ficar parecido com uma página de elogios fúnebres, mas é mesmo assim.
Não consigo ficar calada com a morte de dois amigos meus, tão próximas uma da outra.
Fernando Quintais, de quem já tinha falado em ocasião anterior, era uma das pessoas a quem escrevia cartas, mentalmente, a quem queria agradecer o livro que me ofereceu e que li devotamente, nas minhas viagens de metro até ao trabalho, a quem queria agradecer o ter sido o meu "patrono" num trabalho da faculdade, a paciência e condescendência com que sempre me aturou, desde a adolescência até já aos vinte e tal anos, a sua calma, ponderação, bondade...
Não vou nem posso esquecer...
João Camossa foi outro protector, noutro estilo.
Desafiador, de imensa sabedoria e sarcástico, nunca deixava de ter a última palavra.
Arranjou-me logo uma alcunha: "Cigana maldita" e parecia ter prazer em rematar a argumentação com o cognome.
Algures, no caos da minha desorganização documental, tenho rimas propósito de uma célebre canção sobre Vasco Gonçalves, que tentei, na minha teimosa adolescência, desconstruir.
Tanto insisti, teimei, manobrei, que os "meus " intelectuais, com a sua própria letra, escreveram quadras. Que me lembre, eram: Henrique Barrilaro Ruas (o meu santo), António Borges de Carvalho (o "porreiro") e claro, o mais cáustico, João Camossa.
Também não posso nem o vou esquecer...
Não consigo ficar calada com a morte de dois amigos meus, tão próximas uma da outra.
Fernando Quintais, de quem já tinha falado em ocasião anterior, era uma das pessoas a quem escrevia cartas, mentalmente, a quem queria agradecer o livro que me ofereceu e que li devotamente, nas minhas viagens de metro até ao trabalho, a quem queria agradecer o ter sido o meu "patrono" num trabalho da faculdade, a paciência e condescendência com que sempre me aturou, desde a adolescência até já aos vinte e tal anos, a sua calma, ponderação, bondade...
Não vou nem posso esquecer...
João Camossa foi outro protector, noutro estilo.
Desafiador, de imensa sabedoria e sarcástico, nunca deixava de ter a última palavra.
Arranjou-me logo uma alcunha: "Cigana maldita" e parecia ter prazer em rematar a argumentação com o cognome.
Algures, no caos da minha desorganização documental, tenho rimas propósito de uma célebre canção sobre Vasco Gonçalves, que tentei, na minha teimosa adolescência, desconstruir.
Tanto insisti, teimei, manobrei, que os "meus " intelectuais, com a sua própria letra, escreveram quadras. Que me lembre, eram: Henrique Barrilaro Ruas (o meu santo), António Borges de Carvalho (o "porreiro") e claro, o mais cáustico, João Camossa.
Também não posso nem o vou esquecer...
domingo, agosto 20, 2006
Cartas
Passo a vida a escrever cartas...
Todos os dias...todas as noites.
Umas inteiras, desde a data até à assinatura, incluindo o post scriptum.
Outras apenas parágrafos, e outras ainda só mesmo frases.
Umas resultantes de fúria, indignação, revolta...
De situações com taxistas, lojistas, funcionários, televisões, jornais...
A maior parte de agradecimento...
Ao Vasco Vieira de Almeida, por de alguma forma (muito ternurenta) ter substituido o meu pai e nunca o ter esquecido, ao Alçada Baptista, por sem saber, fazer parte da minha família, ele, as suas histórias e as das suas tias, ao Amin Maalouf, por ter escrito das coisas que mais gostei e aparecer com o maravilhoso Origines, e de um modo estranho me fazer sentir ligada ao Líbano (tal como me sinto em relação à Irlanda...), ao Fernando Quintais, que meu patrono, me deu o seu livro tão do meu agrado (nem ele sabe quanto).
Ainda há mais, mas estes são os recorrentes...
Nunca as escrevo realmente...
Apenas têm forma fugaz antes de adormecer, como que promessa de um amanhã epistolar.
Lido isto, parece-me possidónio mas é assim...
Todos os dias...todas as noites.
Umas inteiras, desde a data até à assinatura, incluindo o post scriptum.
Outras apenas parágrafos, e outras ainda só mesmo frases.
Umas resultantes de fúria, indignação, revolta...
De situações com taxistas, lojistas, funcionários, televisões, jornais...
A maior parte de agradecimento...
Ao Vasco Vieira de Almeida, por de alguma forma (muito ternurenta) ter substituido o meu pai e nunca o ter esquecido, ao Alçada Baptista, por sem saber, fazer parte da minha família, ele, as suas histórias e as das suas tias, ao Amin Maalouf, por ter escrito das coisas que mais gostei e aparecer com o maravilhoso Origines, e de um modo estranho me fazer sentir ligada ao Líbano (tal como me sinto em relação à Irlanda...), ao Fernando Quintais, que meu patrono, me deu o seu livro tão do meu agrado (nem ele sabe quanto).
Ainda há mais, mas estes são os recorrentes...
Nunca as escrevo realmente...
Apenas têm forma fugaz antes de adormecer, como que promessa de um amanhã epistolar.
Lido isto, parece-me possidónio mas é assim...
segunda-feira, dezembro 26, 2005
VÍTOR HUGO

Muito mal tirada, de telemóvel, mas fui eu que a tirei outro dia...
Tio Vítor, como lhe chamava, desde que soube que tinha sido muito amigo de um tio meu.
Única pessoa autorizada a chamar-me Nônô.
Foi-se embora, deixou-nos, e nem me despedi…
A pensar que lhe ia fazer uma surpresa, fui ao hospital dia 24, para lhe dar um beijinho de Natal.
Andei louca à procura, espreitando pelas janelas do corredor da UCI a ver se o via, esperando que já estivesse numa enfermaria normal, até que uma enfermeira me faz a surpresa a mim e me dá a notícia.
Assim.
Não estava preparada, mas quem é que está?
As lágrimas não deixaram ainda de correr, não sei o que diga, o que pense, o que faça.
Conheci-o no Pedro V.
Agora, sempre que lá for, vou ficar à espera que apareça a qualquer momento, à espera da sua voz característica, que se sente ao balcão a meu lado para comer uns pastéis de bacalhau com arroz de tomate ou umas favas novas…
À espera da conversa, sobre o Benfica, sobre a política, sobre as suas jogadoras, sobre o filho, sobre tudo e sobre nada, sempre com um humor algo sarcástico sobre o que se passava à sua volta.
Vou ter saudades… Vamos todos ter saudades…
Faz muita falta e não o esqueço, tio Vítor.
Perdoe-me não escrever bem.
Continuamos a conversa noutra altura.
domingo, dezembro 05, 2004
Posso estar chateada?
Mesmo com tudo?
É o que apetece, quando se assiste à dança das cadeiras...
Que pena não termos políticos que discutam ideias à séria, que estimulem o povo de alguma forma, sem os facilitismos da demagogia (assim qualquer um...).
Todos os "grandes partidos" tendem a apostar nos eleitores urbanos porque supostamente mais esclarecidos. Na minha opinião são os que mais facilmente embarcam na demagogia e que se estão nas tintas para os ideais.
A culpa do desinteresse pela política está nos próprios partidos grandes...a quem não interessam outras vozes no Parlamento.
O que transparece pela Comunicação Social é que só temos 4 partidos em que votar, e às vezes mesmo dão a entender que são só 2... E diz-se que lobbies só há nos EUA...
Qual é o problema de existirem 10 vozes diferentes no Parlamento? Não será mais democrático? Não espelha melhor a sociedade? Porque convencer as pessoas que não vale a pena votar nos partidos pequenos? Claro que o método de Hondt é fatal, mas alguém tem de começar a contestar, sob pena de sufocar todos os que não se revêm nos 5 partidos...
É o que apetece, quando se assiste à dança das cadeiras...
Que pena não termos políticos que discutam ideias à séria, que estimulem o povo de alguma forma, sem os facilitismos da demagogia (assim qualquer um...).
Todos os "grandes partidos" tendem a apostar nos eleitores urbanos porque supostamente mais esclarecidos. Na minha opinião são os que mais facilmente embarcam na demagogia e que se estão nas tintas para os ideais.
A culpa do desinteresse pela política está nos próprios partidos grandes...a quem não interessam outras vozes no Parlamento.
O que transparece pela Comunicação Social é que só temos 4 partidos em que votar, e às vezes mesmo dão a entender que são só 2... E diz-se que lobbies só há nos EUA...
Qual é o problema de existirem 10 vozes diferentes no Parlamento? Não será mais democrático? Não espelha melhor a sociedade? Porque convencer as pessoas que não vale a pena votar nos partidos pequenos? Claro que o método de Hondt é fatal, mas alguém tem de começar a contestar, sob pena de sufocar todos os que não se revêm nos 5 partidos...
segunda-feira, novembro 08, 2004
Os filhos de Ramires
Já devia ter falado deste livro, lançado há uns dias na Livraria Ler Devagar, pela editora Nova Ática, mas confesso que tive preguiça...
É imperdoável, tanto mais que o livro me diz muito e era ansiosamente esperado. Foi um parto difícil mas valeu a pena... Que o diga o José Manuel Quintas.
Como disse na sua apresentação minha sabedora mãe, este livro era necessário, porque havia que repor a verdade sobre o Integralismo Lusitano.
Ainda bem...
Comprei um exemplar e comecei a lê-lo, mas acabei por oferecê-lo a quem era digno de o ler, e agora aguardo o tal exemplar autografado ;-)
Deus permita que seja lido por muita e boa gente, que finalmente consiga perceber a importância do Integralismo Lusitano na sua época e na sua fácil adaptação à realidade actual.
Quando a doutrina tem bases sólidas e lógicas é sempre intemporal...
É imperdoável, tanto mais que o livro me diz muito e era ansiosamente esperado. Foi um parto difícil mas valeu a pena... Que o diga o José Manuel Quintas.
Como disse na sua apresentação minha sabedora mãe, este livro era necessário, porque havia que repor a verdade sobre o Integralismo Lusitano.
Ainda bem...
Comprei um exemplar e comecei a lê-lo, mas acabei por oferecê-lo a quem era digno de o ler, e agora aguardo o tal exemplar autografado ;-)
Deus permita que seja lido por muita e boa gente, que finalmente consiga perceber a importância do Integralismo Lusitano na sua época e na sua fácil adaptação à realidade actual.
Quando a doutrina tem bases sólidas e lógicas é sempre intemporal...
quarta-feira, setembro 29, 2004
Leitura recomendada (vale pelo que vale...)
Ao voltar de férias, nem por sombra de tigre como esperava, mas antes de "mulher à beira de um ataque de nervos", o que sendo o meu estado habitual, nada abona em favor da qualidade do descanso (ou antes, do anti-descanso), não quero deixar de recomendar a leitura de um livro que me foi emprestado pelo meu irmão Francisco, sábio conhecedor dos meus gostos...
Não me parece que esteja traduzido em português (provávelmente nunca o será) e já não é novidade (Éditions Robert Laffont SA 1997 - "livre de poche"), mas não deixa de ser importante referi-lo.
Trata-se do livro de Frédéric Mitterand, "Les Aigles foudroyés" cujo subtítulo se revela bem esclarecedor: "La fin des Romanov, des Habsbourg et des Hohenzollern".
Pode até ser considerado deprimente por alguns (esperem só pela referência futura ao livro que é a sua sequela...), mas descontando alguns óbvios ódios de estimação do autor (a Imperatriz Sissi e o Príncipe de Montenuovo, por exemplo), e também os seus amores de estimação (Franz Ferdinand), Frédéric Mitterand consegue com habilidade prender-nos facilmente a atenção com as descrições das situações políticas e sociais, ambientes, tricas e teorias, algumas até inesperadas.
Não lhe perdoo ter falado tão bem de uma Princesa portuguesa, madrasta de Franz Ferdinand, e que sempre o apoiou, sem nunca a nomear...
Se não foi de propósito revela pobre pesquisa (duvido); se foi, então demonstra puro desprezo pelo país, porque da Princesa diz maravilhas.
Será que alguém lhe pode dizer que era a Infanta D. Maria Teresa de Bragança, filha de D. Miguel?
Enfim, um livro que pode agradar a quem pouco sabe mas se interessa pelos antecedentes da 1ª Guerra.
Mesmo quem pensa que já sabe tudo, não pode deixar de ficar rendido à simples mas eficaz forma de contar a História (e pode aproveitar para anotar as discordâncias, criticar subjectividades ou até dizer mal por dizer mal).
Eu gostei.
Não me parece que esteja traduzido em português (provávelmente nunca o será) e já não é novidade (Éditions Robert Laffont SA 1997 - "livre de poche"), mas não deixa de ser importante referi-lo.
Trata-se do livro de Frédéric Mitterand, "Les Aigles foudroyés" cujo subtítulo se revela bem esclarecedor: "La fin des Romanov, des Habsbourg et des Hohenzollern".
Pode até ser considerado deprimente por alguns (esperem só pela referência futura ao livro que é a sua sequela...), mas descontando alguns óbvios ódios de estimação do autor (a Imperatriz Sissi e o Príncipe de Montenuovo, por exemplo), e também os seus amores de estimação (Franz Ferdinand), Frédéric Mitterand consegue com habilidade prender-nos facilmente a atenção com as descrições das situações políticas e sociais, ambientes, tricas e teorias, algumas até inesperadas.
Não lhe perdoo ter falado tão bem de uma Princesa portuguesa, madrasta de Franz Ferdinand, e que sempre o apoiou, sem nunca a nomear...
Se não foi de propósito revela pobre pesquisa (duvido); se foi, então demonstra puro desprezo pelo país, porque da Princesa diz maravilhas.
Será que alguém lhe pode dizer que era a Infanta D. Maria Teresa de Bragança, filha de D. Miguel?
Enfim, um livro que pode agradar a quem pouco sabe mas se interessa pelos antecedentes da 1ª Guerra.
Mesmo quem pensa que já sabe tudo, não pode deixar de ficar rendido à simples mas eficaz forma de contar a História (e pode aproveitar para anotar as discordâncias, criticar subjectividades ou até dizer mal por dizer mal).
Eu gostei.
quinta-feira, agosto 19, 2004
Zangada com ex colaborador mas de férias...
Após vários contratempos com o meu PC, pude finalmente voltar, sabendo de antemão que PFL tinha desertado... Típico e nada congruente com quem defende altos ideais! Paciência... o nível do blogue vai ficar baixote.
Na política continuam as novelas do costume nesta República que consegue ter um nível ainda mais baixo do que este blogue.
Até o desporto segue o nível da política (ou será o inverso?).
Vou descansar (também trabalhar), pôr as ideias em dia e tentar no regresso ser mais pontual, mais interessante e acutilante.
E se fizesse crítica a escritos de amigos, como faz o EPC (daquelas inodoras e insípidas, nem carne nem peixe, mas com muito cheiro a intelectual e cheia de citações) ?
Fácil de mais?
Na política continuam as novelas do costume nesta República que consegue ter um nível ainda mais baixo do que este blogue.
Até o desporto segue o nível da política (ou será o inverso?).
Vou descansar (também trabalhar), pôr as ideias em dia e tentar no regresso ser mais pontual, mais interessante e acutilante.
Promessas!!
E se fizesse crítica a escritos de amigos, como faz o EPC (daquelas inodoras e insípidas, nem carne nem peixe, mas com muito cheiro a intelectual e cheia de citações) ?
Fácil de mais?
terça-feira, maio 25, 2004
Resposta a comentários aqui e já
1 - Isso de o lobo poder ser uma loba e relacionar tudo com Rómulo e Remo e criação de Roma, é uma extrapolação bonita e grandiosa demais. Ainda tenho humildade suficiente para saber o que pode valer o blogue... Fiquemos por uma simples mas bonita Portalegre... (se falasse da transformação da Porcalhota em Amadora matavam-me e eu nem queria falar dessa degeneração). Não deixo de ficar babada pela comparação...
2- Essa de Espanha não vir nem bom vento nem bom casamento só pode ser verificável cientificamente na sua primeira parte. No que me diz respeito, penso ser um bom exemplar, entre muitissimos outros, de que são mais as excepções do que as regras e nunca me impediu de ser uma patriota convicta (peço é desculpa de não gostar nem do hino nem da bandeira mas sou minoria...)
2- Essa de Espanha não vir nem bom vento nem bom casamento só pode ser verificável cientificamente na sua primeira parte. No que me diz respeito, penso ser um bom exemplar, entre muitissimos outros, de que são mais as excepções do que as regras e nunca me impediu de ser uma patriota convicta (peço é desculpa de não gostar nem do hino nem da bandeira mas sou minoria...)
domingo, maio 23, 2004
Casamento!!
Sendo eu monárquica convicta (não perguntem porquê que eu respondo código genético!), acho de uma grande hipocrisia os nossos "media".
Então não é que passam 364 dias a dizer mal da Monarquia, a maior parte das vezes com indirectas foleiras, e no dia do casamento do Príncipe de Espanha ficam todos derretidos?
Afinal...
Então não é que passam 364 dias a dizer mal da Monarquia, a maior parte das vezes com indirectas foleiras, e no dia do casamento do Príncipe de Espanha ficam todos derretidos?
Afinal...
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